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Anna e o Beijo Francês

Anna e o Beijo Francês
Título Original : Anna and the French Kiss
Stephanie Perkins
Editora Novo Conceito

"Isso é tudo o que sei sobre a França : Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs - ou qualquer nome que eles dão a estes - em cada esquina ... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz !
A cidade mais romântica do mundo."

Anna Oliphant tinha toda uma vida em Atlanta. Expectativas amorosas, pessoais e até mesmo de trabalho. Anna amava tanto o cinema que seu sonho era fazer críticas de filmes, mesmo sabendo que este papel era mais normalmente desempenhado por homens.
Sua vida desaba na França quando seu pai, um escritor que fez sucesso escrevendo romances trágicos, resolve matriculá-la em um internato na Cidade Luz.

Era seu último ano e deixar seus amigos e expectativas amorosas era mais penoso do que ela poderia imaginar. No final do ano haveria um baile de formatura que ela não participaria. E seu irmãozinho de 7 anos provavelmente aprontaria todas sem a irmã por perto. E ainda por cima, o vocabulário de Anna no quesito francês, se resumia a pouco mais do que au revoir e bonjour .

Anna não teve escolha, o seu pai decidiu e pronto, lá estava ela no seu primeiro dia em um internato. O School of América in Paris (SOAP) era um internato para americanos em Paris. Um lugar onde se aprende desde o francês até história da arte.
O primeiro dia é sempre mais difícil, mas Anna conhece Meredith e logo está em uma turma que a acolhe e diminui um pouco a tristeza imposta pelo choque de cultura.
E é nessa turma de amigos novos que Anna conhece Étienne St. Clair, um jovem americano criado em Londres e fluente em francês. St. Clair é do tipo que se destaca na multidão, pela beleza, pela postura e pela presença. Dono de um senso de humor fantástico e uma cultura invejável, é ele quem adota o fardo de tirar Anna da solidão. Ele apresenta Paris, e mostra que o internato pode não ser algo tão ruim assim.

Assim como Meredith e metade do colégio, Anna fica hipnotizada por St. Clair. Aquele que durante o dia está disponível, mas a noite corre para a sua linda, chique e amada namorada. St. Clair namorava Ellie desde sempre e apesar dela já estar cursando uma universidade, o namoro ainda sobrevivia.

Entre o dia a dia escolar e os problemas pessoais que afloram durante esse ano no internato, Anna e St. Clair se descobrem um ao outro. A necessidade de estar juntos, a amizade que nasce dos interesses em comum e no simples prazer de estar juntos, os envolve cada vez mais.

Stephanie Perkings sempre viveu no mundo dos livros. Como vendedora de livros, depois bibliotecária e agora romancista, ela encanta seus leitores em seu romance de estréia. Uma história de amor entre dois jovens de mundos diferentes, ligados pelo amor e que superam as adversidades pessoais apoiando um ao outro.

O livro em uma palavra : romântico

Como quem lê faz seu filme, Anna e o Beijo Francês é uma delícia de ler. O amor puro, recatado e extremamente verdadeiro de Anna e Étienne nos fazem suspirar.
A linguagem clara e o estilo da autora dão vida a um amor lindo que aflora da simples necessidade de estar juntos, rir juntos e por vezes chorar juntos. E tudo isso vem acompanhado de um tour mágico na Cidade Luz.
Não tem como não se conectar ao livro. Seja pelo romance, seja pela cidade .


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